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16 julho 2011

Jim Elliff – 35 Razões Para Não Pecar

1 – Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.
2 – Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.
3 – Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.
4 – Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.
5 – Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus líderes espirituais.
6 – Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.
7 – Porque estou fazendo o que não devo fazer.
8 – Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser
9 – Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.
10 – Porque o meu pecado entristece os santos.
11 – Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.
12 – Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.
13 – Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.
14 – Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.
15 – Porque o arrepender-me do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.
16 – Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.
17 – Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.
18 – Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.
19 – Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.
20 – Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.
21 – Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.
22 – Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.
23 – Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.
24 – Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.
25 – Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.
26 – Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.
27 – Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.
28 – Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.
29 – Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.
30 – Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.
31 – Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.
32 – Porque pecar significa não amar a Cristo.
33 – Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.
34 – Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.
35 – Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.

Renuncie seus direitos
Rejeite o pecado
Renove sua mente
Confie em Deus
Via Voltemos ao Evangelho

Copyright: © CCW www.ccwtoday.org / Editora FIEL 2009. www.editorafiel.com.br 
Permissões: O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

03 julho 2011

Os países em que há mais perseguição aos cristãos

A Classificação de países por perseguição é uma lista na qual os países são classificados segundo o grau de intolerância para com o cristianismo. Seu objetivo é informar a reação dos países ao evangelho e acompanhar aqueles em que a perseguição está se tornando mais intensa.






Classificação de países por perseguição
2011
PaísNotaIncerteza
1Coreia do Norte90,50
2Irã67,50
3Afeganistão661,5
4Arábia Saudita64,52
5Somália641
6Maldivas630
7Iêmen602
8Iraque58,50
9Uzbequistão57,50
10Laos560
11Paquistão550
12Eritreia553,5
13Mauritânia53,50
14Butão53,50
15Turcomenistão51,50
16China48,50
17Catar48,50
18Vietnã480
19Egito47,50
20Chechênia470
21Comores46,50
22Argélia450
23Nigéria (norte)442
24Azerbaijão43,50
25Líbia410
26Omã411
27Mianmar400
28Kueit406
29Brunei39,51,5
30Turquia39,52
31Marrocos39,50
32Índia390
33Tadjiquistão380
34Emirados Árabes Unidos37,52
35Sudão (Norte)370
36Zanzibar (ilha da Tanzânia)360
37Tunísia350
38Síria34,50
39Djibuti33,50
40Jordânia33,50
41Cuba33,50
42Belarus323
43Etiópia300
44Palestina29,51,5
45Barein28,51,5
46Quirguistão28,50
47Bangladesh27,50
48Indonésia26,50
49Sri Lanka260
50Malásia22,50
50Rússia22,50




As colunas da Classificação
• A 1ª coluna apresenta a posição do país na lista. O país em primeiro lugar é aquele cuja situação é pior em termos de perseguição religiosa.
• A 2ª apresenta o nome do país ou região.
• A 3ª traz a nota final obtida no questionário mais recente. 
• A coluna 'Incerteza' mostra o grau de falta de informação precisa sobre o lugar. Se uma questão é respondida pela opção "Não se sabe/Nenhuma informação disponível", o número máximo de pontos possíveis é atribuído a tal pergunta. Quanto mais pontos, menor a certeza. Isso também significa que a nota somada aos pontos de incerteza é o pior cenário possível para tal país.




 Perseguição severa
 Opressão
 Limitações severas
 Algumas limitações
 Alguns problemas









































29 dezembro 2010

Contra furacões e tornados, Escola Bíblica Dominical



Danilo Fernandes

O clima do mundo está mudando. Furações, tornados, geleiras, inundações... Na igreja não é diferente.

Como venta na igreja!

Ventos estranhos, tornados vorazes que castigam a sã doutrina e não apenas tosquiam, mas escalpelam as ovelhas, financeira, emocional e espiritualmente.

A questão do clima global é complexa. As soluções são difíceis e os países tem interesses diferentes, quase impossíveis de se conciliar.

Na igreja, contudo a questão é mais fácil: Há o interesse de muitos e há o interesse de Jesus que está explicitado em Apocalipse 2, indicando uma tarefa a ser assumida nos últimos dias. A tarefa apologética. A partir do verso 19 Jesus começa a falar com a Igreja de Tiatira, verso 19:

"Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras."

Cristo reconhece as qualidades da Igreja porém no versículo 20 vem a exortação:

"No entanto, contra você tenho isto: você tolera Jezabel, aquela mulher que se diz profetisa. Com os seus ensinos, ela induz os meus servos à imoralidade sexual e a comerem alimentos sacrificados aos ídolos."

Como nos lembra um leitor do blog (*) que fez este comentário temos:

“Notem que no verso vinte a oração começa por uma conjunção adversativa, que exprime ideia de contraste e oposição, então Jesus exorta a Igreja por aceitar uma mulher, que se diz profetisa, disseminar um FALSO ENSINO, cuja consequência é uma série de outros pecados. Atual o texto, não? A exortação a Tiatira nos mostra que o falso ensino é perigoso por dar origem a outros pecados. O que acontece com a Igreja, se esta não identificar e combater o falso ensino?”

28 dezembro 2010

Plano de aula

por Marcos Tuler

Alguém já disse que “Prever é a melhor garantia para bem governar o curso futuro dos acontecimentos”; “O plano de ação é o instrumento mais eficaz para o sucesso de um empreendimento.” “Prever é agir”. É o primeiro passo obrigatório de toda ação construtiva e inteligente. Pelo planejamento, o homem evita ser vencido pelas circunstâncias, e aprende a aproveitar as novas oportunidades. O planejamento é imprescindível em qualquer atividade humana, especialmente no que diz respeito à educação. Nesta área, ele se concretiza num programa de ação que constitui um roteiro seguro para conduzir progressivamente os alunos aos resultados desejados. A responsabilidade do mestre é imensa. Grande parte da eficácia de seu ensino depende da organicidade, coerência e flexibilidade de seu planejamento.
PALAVRAS-CHAVE: PLANO, ORGANIZAÇÃO, COERÊNCIA
INTRODUÇÃO
“Os dois grandes males que debilitam o ensino e restringem seu rendimento são: a rotina, sem inspiração nem objetivo e a improvisação dispersiva, confusa e sem ordem. O melhor remédio contra esses dois grandes males é o planejamento”.
(Luiz Alves de Mattos)
Em relação ao ensino, planejar significa prever de modo inteligente e bem calculado todas as etapas do trabalho escolar e programar racionalmente todas as atividades, de modo seguro, econômico e eficiente. Em outras palavras, planejamento é a aplicação da investigação científica à realidade educacional a fim de melhorar a eficiência do trabalho de ensino.

30 outubro 2010

Escola dominical, a maior escola do mundo

A Escola Dominical é uma agência de ensino do Reino de Deus. Esta escola está presente em quase todos os países do mundo e possui milhões de alunos, que dominicalmente, se dedicam ao estudo das Sagradas Escrituras. Seus alunos procedem de todas as denominações protestantes, são oriundos de todos os extratos sociais e abrange todas as faixas etárias. Essa escola informa, transforma e treina pessoas para a realização da obra de Deus. Destacaremos três importantes características da Escola Dominical:

1. A Escola Dominical é uma escola que informa acerca das verdades eternas – O livro texto da Escola Dominical é a Palavra de Deus. As mesmas verdades que são ensinadas para as crianças são também transmitidas nas classes de adultos. Nessa escola pessoas incultas assentam-se na mesma classe com os doutores. Nessa escola não há segregação de idade, raça ou grau de instrução. O que estudamos nessa escola não são os últimos inventos da ciência nem as lucubrações dos filósofos e pensadores, nem mesmo as últimas tendências da política, das artes ou da cultura, mas a verdade revelada de Deus. A Bíblia é um livro divinohumano. É inspirada por Deus e escrita por homens santos; ela é nascida no céu, amada na terra e perseguida pelo inferno. A Bíblia é o livro dos livros: O livro mais lido e o mais negligenciado; o livro mais amado e o mais odiado; o livro mais publicado, mais comentado e mais difundido de toda a história da literatura universal

2. A Escola Dominical é uma escola que objetiva a transformação da vida mediante o ensino fiel das Escrituras – A transformação espiritual do homem e da mulher é uma obra exclusiva de Deus. Ainda que reuníssemos todos os nossos recursos não poderíamos sequer transformar uma vida. Mas, quando ensinamos a Palavra de Deus, no poder do Espírito Santo, essa mensagem bendita do evangelho transforma vidas e famílias inteiras. Os cativos são libertos, os perdidos são encontrados, os que vivem na região da sombra da morte encontram vida plena e abundante em Cristo Jesus. A Escola Dominical não é apenas uma agência de ensino, mas, também, um instrumento poderoso de evangelização. Por meio do ensino das Escrituras muitas pessoas têm vindo ao conhecimento salvador de Cristo e sido transformadas pelo poder do Espírito Santo. Temos visto muitos indivíduos sendo resgatados das trevas para a luz, da potestade de Satanás para Deus, deste mundo tenebroso para o glorioso reino de Cristo.

3. A Escola Dominical é um campo de treinamento dos santos para realizar a obra de Deus – A Escola Dominical não apenas informa e transforma, mas também, treina pessoas convertidas para o exercício do ministério. A igreja não é apenas o receptáculo da graça, mas um canal por meio do qual, as boas novas do evangelho devem chegar até aos confins da terra para alcançar cada criatura. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. O sacerdócio universal dos crentes abre largas avenidas de oportunidades para que cada membro da igreja seja uma testemunha viva da graça e um embaixador das boas novas de salvação aos perdidos. Devemos nos reunir dominicalmente, não apenas para nos abastecermos, mas também para nos equiparmos para fazer a obra de Deus. Somos um exército. Cada soldado deve estar na sua linha de combate. Há trabalho para todos. Os desafios são imensos, o campo é vasto, as portas estão abertas, os obreiros são poucos e a seara é grande. É tempo de repassarmos aos outros, o que temos recebido. É tempo de nos levantarmos, munidos de um profundo senso de urgência para fazermos a obra de Deus enquanto é dia, pois a noite vem quando ninguém pode trabalhar. Que Deus nos ajude a ter uma Escola Dominical viva, dinâmica e operosa, que informa, transforma e treina pessoas para fazer a obra de Deus!


Via: Docência Cristã

07 julho 2010

Escola Bíblica – Dificuldades e desafios da maior escola do mundo

O despertador toca para lembrar de um velho compromisso: é manhã de domingo, dia de Escola Bíblica Dominical (EBD). As classes nas igrejas esperam crianças, adolescentes, jovens, senhoras e senhores para mais um dia de ensino da Palavra de Deus.

É preciso aprender sobre o plano de salvação, sobre os heróis da fé, conhecer a verdade para combater seitas e heresias. Chega a hora da aula, mas, onde estão os alunos? E professores, há mestres para o ensino da Palavra?


Criação

Fundada em 1780, pelo jornalista inglês Robert Raikes, a escola bíblica dominical tinha como primeiro objetivo tirar crianças – filhas de operários ingleses – das ruas e oferecer estudo para que elas não ingressassem na criminalidade. Meninos e meninas trabalhavam duramente nas fábricas durante a semana, não estudavam e, aos domingos, perambulavam pelas ruas.

Ao contemplar isso em sua cidade – Gloucester -, Raikes teve a brilhante idéia de juntar essas crianças nas manhãs de domingo e alfabetiza-las, ensinar-lhes linguagem, gramática, matemática e religião.

No início, as aulas eram dadas em praças e nas casas dos professores, mas logo as igrejas abriram suas salas e disponibilizaram professores para os estudos. A Igreja Metodista foi uma das pioneiras na criação das salas de aula. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos e, em 1811, quando Robert Raikes faleceu, havia mais de 400 mil alunos matriculados.

No Brasil, a escola bíblica chegou em 1855, com o casal de missionários escoceses Robert e Sarah Kalley. Eles começaram a dar aulas a crianças e jovens nas ruas de Petrópolis, Rio de Janeiro, e desse trabalho nasceu a Igreja Evangélica Congregacional.

Hoje, há no mundo 60 milhões de alunos matriculados em mais de 500 mil igrejas protestantes, segundo a Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD), o que fez com que a escola bíblica se tornasse a maior escola do mundo. Porém, apesar de mais de 150 anos de criação no Brasil, o ensino bíblico ainda capenga, em muitas igrejas.

“A igreja evangélica cresceu, mas o ensino nas igrejas não acompanhou esse crescimento. Nesse sentido, digo que a maioria das igrejas, no que tange ao setor educacional, está atrasada”, disse o advogado e superintendente das EBDs em Mato Grosso, Valmir Nascimento.

Membro da Assembléia de Deus e autor de vários artigos sobre o ensino bíblico – entre eles, “Igreja que ama, educa!”-, Valmir afirma que há, entre os evangélicos, um cristianismo de mente vazia, resultado de igrejas que direcionam suas ações somente para três áreas – o ritual, em que a cerimônia religiosa é um fim em si mesmo; a ação social, em que se preocupa unicamente com assuntos ligados à fome e violência; ou, somente a experiência, em que se faz da experiência metafísica a única razão de ser cristão.

A prova de que a igreja pouco se preocupa com o ensino, segundo Valmir, mostra-se nos enormes investimentos em programações e eventos em contraposição à falta de recursos para o ensino. Valmir lembra ainda que a Igreja precisa desempenhar três funções básicas: evangelização, adoração e ensino, sendo que todas têm igual importância para o reino de Deus.

“A igreja perdeu a visão do ensino bíblico. Hoje o foco é outro. Há muita preleção e pregação, mas não há investimento em estudos, não há valorização da educação cristã. Talvez esteja até recebendo investimento, mas não da forma correta. Faltam material didático, estratégias, levantamentos para saber a melhor forma de ministrar determinado assunto”, afirmou a pedagoga e fisioterapeuta Nelcy Assis do Carmo Pereira.

Com larga experiência em educação cristã – ministrando aulas na Escola Dominical da Primeira Igreja Presbiteriana de Vila Velha e na Faculdade Teológica Unida (FTU) -, Nelcy está preocupada com o ensino nas igrejas. “É por isso que muitos membros de igreja quando chegam às faculdades desviam, pois eles não foram treinados a questionar, e quando são confrontados nos centros acadêmicos, não têm respostas”, disse a pedagoga.

Para ela, a escola bíblica é uma das principais ferramentas para o crescimento e amadurecimento cristãos. “Jesus foi um bom exemplo de mestre. Ele usou diversas estratégias, questionou, usou parábolas, linguagem, simples e foi o maior mestre de todos os tempos”, afirmou.

Missão

Aperfeiçoar o caráter do cristão, edificar o lar e transformar a sociedade. Estes são alguns dos objetivos das escolas bíblicas, espalhadas em todo o mundo.

Com o estudo voltado para histórias bíblicas ou para temas atuais – mas sempre com respaldo bíblico – as EBDs são responsáveis por proclamar o reino de Deus e a Jesus como Senhor e Salvador, incutindo nos alunos valores cristãos.

Porém, mesmo com toda essa responsabilidade, dia de estudo bíblico costuma ser o menos freqüentado nas igrejas. Se o estudo for aplicado nas manhãs ensolaradas de domingo, a freqüência é ainda menor, principalmente entre os jovens.

“Temos salas de aula para todas as faixas etárias e graus de conhecimento do aluno. Porém, o grupo mais difícil de prender a atenção é o grupo dos jovens. Muitos não se interessam, não participam, preferem ficar do lado de fora da igreja, conversando, a ter que participar da aula”, disse a ministra de discipulado da Igreja Batista de Morada de Camburi, em Vitória, Clemildes Nascimento de Oliveira.

Professora de escola bíblica há 14 anos, Clemildes coordena o ministério de discipulado da igreja, que funciona todos os domingos, de 9 às 10 horas. Para atrair os alunos às salas de aula, Clemildes disse que a igreja tem investido maciçamente na escola bíblica, com recursos audiovisuais, dinâmicas e fantoches, além de cursos para professores.

Para Nelcy, a igreja também deve prestar atenção à resposta dos alunos e realizar modificações, se necessário. “Por que muitos não freqüentam as aulas? Será que não precisamos mexer nos horários? Mudar a estratégia? Precisamos estar atentos e mudar sempre que for preciso”, disse a pedagoga.

O despertar das igrejas

Apesar do pouco investimento, se comparado ao crescimento da igreja no Brasil – estima-se que o número de evangélicos brasileiros tenha ultrapassado a casa dos 26 milhões – as igrejas começam a despertar com relação ao ensino bíblico.

“Por muito tempo, a Escola Bíblica Dominical foi desprezada, principalmente por igrejas que se preocupavam apenas com o crescimento e achavam o método falido. Porém, de 20 anos para cá, muitos pastores têm retomado as classes para combater movimentos heréticos que atingiram muitas igrejas”, disse o chefe do setor de educação cristã da CPAD, pastor Marcos Tuler.

Com 27 anos de experiência e às vésperas de lançar seu quinto livro sobre educação cristã – Abordagens e Práticas da Pedagogia Cristã – o pastor defende que, para acontecer um crescimento real nas igrejas é preciso fundamentação bíblica, teológica e pedagógica.

“A EBD é apenas um setor da Educação Cristã. Precisamos avançar muito mais em educação profissional, vocacional, especial, artística, na formação de obreiros, em seminários teológicos para leigos e outras coisas mais”, disse Tuler.

No próximo mês, a CPAD vai realizar a 11ª Conferência de Escola Dominical, no Rio de Janeiro, onde vai apresentar o novo currículo escolar para as EBDs. A expectativa é que de 1,5 mil a 3 mil professores participem.

Atualmente, o principal desafio das igrejas tem sido o de atrair os membros a participarem da escola bíblica. E, para isso, o investimento deve começar cedo, com as crianças, como afirma o pastor da Igreja Batista Restauração, em Jardim América, Cariacica, Luivan Scheidegger.

Luivan – juntamente com a esposa, Dilzanir Pacheco da Rocha Scheidegger – também é diretor da Aliança Pró-Evangelização de Crianças (Apec) no Estado, instituição que, desde 1986, já levou o Evangelho a aproximadamente 500 mil crianças capixabas. Através de ensino bíblico em escolas, evangelismo pessoal nas ruas, creches, lares, igrejas, campanhas evangelísticas, escola bíblica de férias e treinamento de professores, os missionários da Apec têm resgatado crianças para Jesus e ensinado amplamente os valores cristãos.

“Sempre digo aos professores que culto infantil e escola dominical para criança não são para se brincar. Se a criança for incentivada ao estudo da Palavra, quando crescer não vai se desviar do Caminho. Muitas vezes a criança é levada à igreja, e não ao Senhor. Já evangelizei e discipulei muitas crianças que hoje são dirigentes de igrejas”, afirma Luivan.

Através dos cursos ministrados pela Apec, o ministério infantil Geração Vida, da Igreja de Nova Vida, em Goiabeiras, Vitória, implantou a Turma da Bíblia e fez das crianças que fazem parte do ministério “investigadores” da Palavra de Deus.

“Ensinamos o básico: quem é Deus, de onde viemos e para aonde vamos depois da morte, e outras coisas mais. Muitas vezes ensinamos as histórias, mas as crianças têm dúvidas sobre esses pontos básicos”, disse a coordenadora do ministério, Sunamita Braga Tosta.

Cerca de 20 crianças participaram da Turma da Bíblia, que durou dois meses com aulas no domingo à noite, durante os cultos da igreja. Durante oito aulas, as crianças de 4 a 10 anos puderam tirar dúvidas e, ao final, receberam um diploma de investigador.

“Eu não sabia que Jesus foi batizado e a tia me explicou que João Batista batizou Jesus. A tia falou também dos milagres de Jesus. Gostei muito da Turma da Bíblia, agora eu gosto mais da Bíblia e até levo a minha Bíblia para a escola”, enfatizou Beatriz Marçal da Silva, 6 anos, uma das alunas da Turma da Bíblia.

Em âmbito nacional, uma pesquisa sobre a Escola Bíblica brasileira começa a ser projetada pela Sepal. Ainda não há dados para uma perfeita e completa avaliação, porém já é notório que ainda há muito o que se fazer nessa área.

“O ensino bíblico determina a qualidade e o nível espiritual da igreja local. Pelo ensino, homens, mulheres, jovens, adolescentes e crianças adquirem uma fé mais robusta e madura e, se quisermos que os membros da igreja tenham pleno envolvimento acerca do seu papel em meio à sociedade secular, é melhor investirmos em educação”, completou Valmir.

Fonte: Revista Comunhão / E Agora, Como Viveremos?

18 março 2010

10 Razões porque devo participar da Escola Bíblica Dominical.

1. Por causa do amor a Cristo e sua Palavra. (Jo 14.21)
2. Porque é dever do cristão crescer no conhecimento de Deus através do ensino saudável das Escrituras.
3. Para que não sejamos enredados pelas heresias e desvios doutrinários do nosso tempo. (Mt 22.29)
4. Porque a igreja se desenvolve de forma relacional, comunitária e intelectual através do estudo sistemático da Palavra de Deus.
5. Porque o ensino da Palavra de Deus proporciona a elevação do nível de maturidade da igreja local.
6. Porque a Escola Bíblica Dominical é um excelente meio para evangelização de amigos e familiares.
7. Porque a Escola Bíblica Dominical é um lugar propício para a descoberta, crescimento e capacitação de novos ministérios.
8. Porque a Escola Bíblica Dominical fortalece a família promovendo o entrelaçamento dos relacionamentos familiares.
9. Porque o estudo sistemático da Palavra nos desperta a uma vida de santidade.
10. Porque a Escola Bíblica Dominical é uma profícua fonte de avivamento e despertamento espiritual para a igreja.

Pense nisso!

05 março 2010

Por que você não vai à Escola Dominical?

Por que você não vai à Escola Dominical?

Se esta simples pergunta fosse feita por pastores, superintendentes ou professores de ED aos ex-alunos ou alunos em potencial, muita coisa boa poderia acontecer.

Mas, por qual razão tal pergunta não é feita? Vejamos algumas possibilidades:

- Medo de ouvir o que já se sabe;
- Acham que é obrigação de todo crente frequentar a ED, independente da qualidade do ensino e de outros fatores que contribuem de maneira favorável para o crescimento integral do aluno;
- Pessimismo. Pensam que mesmo com as respostas as coisas não poderiam ser mudadas na ED devido ao descaso da liderança maior (pastores ou superintendentes) para com a mesma;
- Falta de real interesse pelo bem estar dos alunos;
- Falta de compromisso e de zelo pela obra de Deus;
- Falta de treinamento, orientação e qualificação administrativa e pedagógica;
- Falta de uma verdadeira "chamada" de Deus para o ministério do ensino;
- Resistência às mudanças;
- Nunca pensou nisso;
- Espiritualidade equivocada. Acha que os problemas e as soluções serão sempre "reveladas" por Deus através de profecias, visões, do envio de um anjo ou coisas semelhantes a estas;

A capacidade de ouvir é uma das grandes virtudes de um líder.

Outros fatores poderiam ser listados, mas vamos ficar por aqui.

Digo sem medo de errar, que no contexto geral da igreja, há um número no mínimo igual ao de alunos matriculados na ED, que pelas mais diversas razões estão fora dela.

Em nome da "Síndrome da Gabriela" (eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim...) ou do "argumento falacioso (ou equivocado) dos marcos antigos", muitas Escolas Bíblicas Dominicais caminham de mal a pior.

Do alto de sua arrogância (ou ignorância), muitos líderes insistem na idéia de que o aluno sempre tem que se adequar a ED (horário, dia, estrutura, etc), e nunca a ED se adequa ao alunos e às novas realidades e desafios do mundo pós-moderno.

Mudar o próprio dia da ED, ou criar dias alternativos além do domingo é para muitos um "sacrilégio", uma "blasfêmia", um "pecado", mas nunca tentam fazer pelo menos como uma experiência, para ver se haverá um resultado satisfatório.

Inovar na prática docente e pedagógica é outro grande desafio. Boa parte dos alunos, principalmente as crianças, adolescentes e jovens, passam a semana experienciando aulas interessantes e inovadoras em suas escolas, para no domingo sofrerem diante de um professor despreparado, fossilizado e mumificado, que parou no tempo e no espaço. De quem é a culpa? Do professor que não busca a qualificação, ou da escola que não investe nele?

Sim, é preciso orar e buscar em Deus a direção, a sabedoria e a provisão. Mas, será que é sempre Deus que fará as coisas por nós? Não estamos um pouco (ou muito) acomodados?

Ouse perguntar!

Ouse ouvir!

Ouse agir!

21 janeiro 2010

EBD 2009


EBD 2009

A Glória das duas Alianças


A quarta Lição do 1º trimestre/2010 compara a Antiga Aliança e a Nova Aliança, ressaltando a superioridade desta última. É sobre este tema que irei me deter.

PLANO DE AULA


1. OBJETIVOS DA LIÇÃO

- Conscientizar o aluno de que a glória da Antiga Aliança desvaneceu mediante a glória superior revelada em Cristo Jesus
- Distinguir as duas alianças

- Compreender a superioridade da Nova Aliança sobre a Antiga

2. CONTEÚDO

Texto Bíblico: 2 Co 3.1-11

Começaremos nossa abordagem definindo os dois termos chaves desta Lição, que são "Glória" e "Aliança".


A DEFINIÇÃO DO TERMO "GLÓRIA"

No Antigo Testamento, encontramos no hebraico bíblico as seguintes palavras para "glória":

- 'adar. Glória, magnificência; manto, capa. Esta raiz possui a conotação daquilo que é superior a alguma outra coisa, e que por conseguinte, é majestoso. O termo pode ser um empréstimo do ramo norte-cananeu. O fenício confirma 'adar como verbo (ser poderoso) e substantivo (nobre, de classe superior). No ugarítico 'dr significa classe alta ou poderoso. Esta raiz é frequentemente usada para se referir à glória, à majestade e ao poder de Deus (Êx 15, 1 Sm 4.8, Sl 136.18, Sl 8.1-2, Sl 93.4, Sl 76.4-5).

- hadar. Ornamento, esplendor, honra. O substantivo hadar é associado: 1) à glória da natureza à medida que reflete a bondade de Deus (Lv 23.40; Sl 111.3; Is 35.2); 2) ao homem (Is 53.2; Sl 8.6; 3) às cãs dos idosos (Pv 20.29); 4) à esposa ideal (Pv 31.25); 5) a cidades (Is 5.14; Lm 1.6; Ez 27.10). Com maior frequência o termo se aplica a um rei e à sua majestade real (Sl 45.3; Dn 4.34) ou ao próprio Deus (Sl 29.34; 90.16; 96.6).

- hod. Esplendor, majestade, vigor, glória, honra. Este substantivo é usado como característica ou atributo de um homem (Nm 27.20; Pv 5.9; Dn 10.8, Os 14.7; Jr 22.18), de animais (Jó 39.20; Zc 10.3), de plantas (Os 14.7). Se relaciona também a majestade e à glória de Deus (Sl 8.2; 148.13; 145.4; 104.1; Is 30.30; Zc 6.13).

- kabod. Glória. Esse termo manifesta a beleza imutável do Deus manifesto (Sl 145.5). Sendo assim, kabod assume o sentido de "manifestação visível de Deus (Êx 16.10; 40.34; Ez 9.3). Esse significado ganhou força, ao ponto do termo grego doxa, que nos clássicos latinos tinha a idéia de opinião dos homens, passar a significar algo absolutamente objetivo na LXX e no NT. As manifestações de Deus (de sua glória) se relacionam diretamente com a sua auto-revelação, com o seu desejo de habitar com os homens, de tornar conhecido aos homens o seu esplendor. Seu esplendor e presença real manifestou-se ao máximo em Jesus, o Verbo que se fez carne: "E vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai" (Jo 1.14).

No Novo Testamento, e em especial no texto de 2 Co 3.1-11, nos versículos 7, 8, 9 e 11, o termo utilizado para "glória" é doxa: esplendor, glória, reputação, honra, louvor.

O significado de "pompa", "poder", "majestade terrena", se fundamenta no Antigo Testamento (conforme os termos em hebraico aqui analisados). Acima de tudo, doxa espressa a glória e o poder de Deus (Sl 24.7; 29.3; Is 42.8). Quando aplicada a Ele, não significa Deus em sua natureza essencial, mas a manifestação luminosa da Sua pessoa, Sua gloriosa revelação de Si mesmo.

Glória é manifestação, presença e intervenção objetiva de Deus.

Como bem colocado por Richards (2008, p. 310-311), Paulo não está afirmando que a Antiga Aliança não possuía glória (presença de Deus, louvor, honra, poder), mas que a Nova Aliança supera em glória a Antiga Aliança. Na Antiga Aliança Deus manifestou a sua presença para os crentes, na Nova Aliança ele manifesta a sua presença dentro dos crentes.



A DEFINIÇÃO DO TERMO "ALIANÇA"

Conforme o pasto Claudionor de Andrade, em seu Dicionário Teológico, (1998, p. 35) Aliança pode ser definida como: "um acordo firmado entre Deus e a família humana, através do qual Ele promete abençoar os que lhe aceitam a vontade e guardam os seus mandamentos. A base das alianças é o amor divino. É um compromisso gracioso da parte de Deus, pelo qual Ele concede-nos favores imerecidos. Pelo que recebemos do Eterno, até parece que as alianças bíblica são unilaterais. Oferece-nos tanto o Senhor; e, nós, tão pouco a entregar-lhe. Mas, é justamente neste ponto, que a graça revela todo o seu esplendor."

O Dicionário Bíblico de Wycliffe (2006, p. 61) define aliança como: "um acordo entre duas ou mais pessoas em que quatro elementos estão presentes: partes, condições, resultados, garantias." Em hebraico, uma "aliança" é determinada pelo termo berit.

Scofield, em sua Bíblia de referências e anotações, define aliança, e faz uma abordagem sobre o tema da seguinte forma:

"Uma aliança é um pronunciamento soberano de Deus através do qual Ele estabelece um relacionamento de responsabilidade 1) entre Ele mesmo e um indivíduo (por exemplo, com Adão na Aliança Edênica, Gn 2.16 e segs.), 2) entre Ele mesmo e a humanidade em geral (por exemplo, na promessa da Aliança Noética de nunca mais destruir toda a carne com um dilúvio, Gn 9.9 e segs.), 3) entre Ele mesmo e uma nação (por exemplo, com Israel na Aliança Mosaica, Êx 19.3 e segs.), ou 4) entre Ele mesmo e uma família humana específica (por exemplo, com a casa de Davi na promessa de uma linhagem real perpetuada na Aliança Davídica, II Sm 7.16 e segs.) A aliança de uma determinada categoria pode pode sobrepor-se às outras; por exemplo, a Aliança Davídica, onde foi prometida uma contínua casa real com bênçãos finais, não só a Davi, mas, também a todo o mundo no Reino de Jesus Cristo. As alianças são normalmente incondicionais no sentido de que Deus se obriga em graça, pela declaração irestrita, "Eu farei", a realizar certos propósitos anunciados, apesar de qualquer fracasso da parte da pessoa ou do povo com o qual Ele realiza a aliança. A reação humana ao propósito divinamente anunciado sempre é importante, levando como o faz à benção pela obediência e à disciplina pela desobediência. Mas o fracasso humano jamais revogou alguma aliança ou impediu o seu final cumprimento. [...] São oito as principais alianças de significação especial que explicam o resultado dos propósitos de Deus para com o homem. São: a Edênica (Gn 2.16); a Adâmica (Gn 3.15); a Noética (Gn 9.16); a Abraâmica (Gn 12.2); a Mosaica (Êx 19.5); a Palestiniana (Dt 30.3); A Davídica (II Sm 7.16); e a Nova Aliança (Hb 8.6-8)."

Segundo ainda Scofield, quando o assunto e a superioridade da Nova Aliança, ele coloca:

"A Nova Aliança, a última das oito grandes alianças das Escrituras, é 1) "melhor" do que a Aliança Mosaica (Êx 19.5), não moralmente mas em eficácia (Hb 7.19; Rm 8.3-4). 2) Está estabelecida sobre promessas "melhores" (isto é, incondicionais). Na Aliança Mosaica, Deus disse: "Se..." (Êx 19.5); na Nova Aliança, Ele diz "Eu farei..." (Hb 8.10-12). 3) Sob a Aliança Mosaica, a obediência brotava do temor (Hb 2.2; 12.25-27); sob a Nova, ela brota de um coração e uma mente dispostos (Hb 8.10). 4) A Nova Aliança garante a revelação pessoal do Senhor a cada crente (v. 11). 5) Ela assegura esquecimento completo dos pecados (v. 12; 10-17, comp. 10.3). 6) Ela repousa sobre uma redenção consumada (Mt 26.27-28; 1 Co 11.25; Hb 9.11-12, 18-23). "

O termo grego diatheke, pode ser traduzido por "pacto", "testamento" ou "aliança".

A Bíblia de Estudo DAKE, nas páginas 1866 e 1867, apresenta 85 contrastes entre a antiga e a nova aliança. A leitura crítica, a apresentação e a discussão destes contrastes enriquecerá em muito a Lição em estudo.

A Bíblia de Estudo Pentecostal, em seu Estudo Doutrinário sobre "O Antigo e o Novo Concerto", baseado em Hb 8.6, oferece também um bom recurso conceitual.



3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO

O professor pode elaborar um gráfico relacionando todas as alianças bíblicas, podendo utilizar também o quadro comparativo da própria lição, pedindo para que os alunos tentem ampliá-lo com as suas percepções das diferenças entre as duas alianças. Se puder, o professor pode listar e apresentar os 85 contrates que a Bíblia Dake apresenta entre a antiga e a nova aliança, para em seguida discuti-los criticamente.

4. RECURSOS DIDÁTICOS

Quadro, cartolina, pincel ou giz.

5. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

- Bíblia de Estudo Dake, CPAD.
- Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD
- Bíblia de Estudo Scofield, IBR.
- Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD.
- Dicionário Internacional do Novo Testamento, Vida Nova.
- Dicionário VINE, CPAD.
- Dicionário Teológico, CPAD.
- Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, CPAD.
- Comentário Judaico do Novo Testamento, Atos.
- Guia do Leitor da Bíblia, CPAD.
- Novo Testamento Interlinear, SBB

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